
Título: O Aroma da Goiaba
Autor: Gabriel García Márquez
Sinopse: Se formalmente "O Aroma da Goiaba" é uma longa conversa do escritor e jornalista Plinio Apuleyo Mendoza com o seu velho amigo Gabriel García Márquez - o que dá a este ocasião para desfiar com vivacidade as suas lembranças, juízos, opiniões e convicções - o seu conteúdo vai para além disso: em "O Aroma da Goiaba" bem podem encontrar-se as chaves de um processo, criador e criativo de singular riqueza. Pela mão de Plinio Apuleyo Mendonza, García Marquez revela o mundo que a sua obra reflecte até o transfigurar com a magia da palavra: o calor e o cheiro do caribe, o universo mítico dos seus povoadores, a estranha mentalidade dos seus homens célebres e caudilhos. Uma obra na qual o compromisso com a emoção e o compromisso com a razão dão as mãos para oferecer a mais sugestiva aproximação a um grande criador que, de tão complexo, pode permitir-se o luxo de ser claro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Aroma da Goiaba”, de Gabriel García Márquez, publicado pela editora Dom Quixote, em 2005 e com 232 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Dom Quixote
Páginas: 232
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722028405
ISBN13: 9789722028400
Sobre a editora
Os livros da editora Dom Quixote costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla densidade histórica e humana, frequentemente explorando os efeitos do passado sobre a vida individual e coletiva. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o íntimo e o político, com personagens que enfrentam dilemas morais, memórias dolorosas e transformações sociais, seja em contextos de guerra, regimes autoritários ou mudanças culturais profundas. O tom varia do contemplativo ao tenso, com histórias que vão do romance histórico ao thriller, passando por relatos de sobrevivência e ficção especulativa. A linguagem tende a ser elaborada, convidando o leitor a uma reflexão cuidadosa, e o ritmo pode oscilar entre o meditativo e o urgente, conforme o tema.
