
Título: O Balneário
Autor: Manuel Vázquez Montalbán
Sinopse: Os triglicérides são uma desgraça. Mais ainda se o mau colesterol e a glicose também resolvem fazer das suas. É o que conclui o detetive Pepe Carvalho ao se instalar por quinze dias num balneário, famoso no passado pelos banhos de lama e hoje pelas dietas minimalistas de folhas e gelatina. O veredicto do médico-chefe é implacável: Carvalho é uma bomba-relógio ambulante e precisa urgentemente purificar seu organismo. Logo ele, um gourmet de grande estilo, tem de se submeter às mesmices do regime vegetariano. Carvalho já sonha com o roteiro gastronômico que cumprirá ao sair, e que inclui, é claro, uma escala no El Bulli de Ferran Adrià. O balneário foi criado por dois suíços que intuíram que as pessoas voltariam a se preocupar consigo mesmas depois de anos se preocupando com o mundo. Em tempos de narcisismo, o balneário se tornou a sede de uma multinacional da saúde naturista. Entre a malta que o freqüenta, gordos e reumáticos, intoxicados de fumo, de bebidas e de todos os pecados da gula, há um industrial basco, um intelectual vagamente comunista, uma ricaça americana, um general da otan. Esses pacatos clientes se envolverão em estranhos crimes e conspirações, para alegria do detetive, que pode assim compensar a monotonia do regime.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Balneário”, de Manuel Vázquez Montalbán, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2007 e com 270 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 270
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535911464
ISBN13: 9788535911466
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
