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O belo e a besta [paperback] A. A. Almeida, Eduardo

Título: O belo e a besta [paperback] A. A. Almeida, Eduardo

Autor: Eduardo A. A. Almeida

Sinopse: Este é um livro escrito para o leitor rir de si mesmo. Ou melhor, rir de sua patética humanidade. Seja com ironia, espanto ou escracho, estes textos breves retomam uma questão que atravessa as fábulas de Esopo, os bestiários medievais, os seres imaginários de Borges, a bicharada de Guimarães Rosa, qual seja: há diferença entre nós e eles? “Predicamos ‘homem’ de um homem; assim, de ‘homem’ predicamos ‘animal’”, escreveu Aristóteles em suas Categorias. Para concluir que “um homem é tanto ‘animal’ quanto ‘homem’”. Este O belo e a besta, com menos filosofia e mais absurdo, parece inverter a equação e sugerir que a humanidade não está um grau acima na evolução; ela é a limitação de uma animalidade maior e desconhecida, ainda que jamais abandonada. O que resta a nós? Ler e rir. Porque, bem sabemos, é melhor rir do que chorar.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O belo e a besta [paperback] A. A. Almeida, Eduardo”, de Eduardo A. A. Almeida, publicado pela editora Moinhos, em 2021 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Moinhos

Páginas: 128

Ano: 2021-03-01

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6556810525

ISBN13: 9786556810522

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,315
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 0,80

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.

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