
Título: O Bulevar Dos Sonhos Partidos
Autor: Kim Deitch
Sinopse: Inédito no Brasil, Kim Deitch é um dos grandes nomes do quadrinho americano. Sua obra é uma investigação da cultura popular do século xx, uma história alternativa, macabra e ocasionalmente hilária do mundo e da arte. Autor vencedor do prêmio EISNER. Anos 1930. O público lota os cinemas a cada novo desenho do gato Waldo, grande sucesso das Fábulas Fontaine. Ted Mishkin, seu criador, deveria estar nas nuvens, mas a verdade é que nos últimos tempos ele se afundou ainda mais na garrafa. Mishkin esconde ainda um terrível segredo: o gato Waldo, sua maior criação, é também seu grande tormento. Em O bulevar dos sonhos partidos, Deitch reescreve a história da animação americana. Uma obra-prima que, ao tratar dos grandes temas – arte, amor, vida e tudo o que está no meio –, situa Deitch ao lado de criadores como Robert Crumb e Art Spiegelman.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “O Bulevar Dos Sonhos Partidos”, de Kim Deitch, publicado pela editora Todavia, em 2017 e com 160 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Todavia
Páginas: 160
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593828035
ISBN13: 9788593828034
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,254
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,70
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Todavia costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a crônica social, o romance intimista e o ensaio político. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em contextos históricos e culturais complexos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais em meio a tensões sociais ou políticas. O tom varia entre o sóbrio e o irônico, com uma linguagem que ora é direta e clara, ora poética e reflexiva, convidando o leitor a uma reflexão crítica sobre temas como memória, identidade, violência e desigualdade. O catálogo revela uma preocupação constante com a representação de vozes marginalizadas ou pouco conhecidas, seja por meio de relatos de resistência, seja pelo exame das estruturas sociais que moldam essas vidas.
