
Título: O caso do Amendoim Roubado
Autor: Cruz Oswaldo
Sinopse: Com este livro Gilda Oswaldo Cruz mostra sua capacidade de inventar, ao escrever uma história em que a fábula está muito próxima da realidade, sem deixar-se contaminar por ela. A autora narra as aventuras de um sapo, Baturité Santana, que após ser atingido no cocoruto por um amendoim que caiu de uma árvore, começa uma campanha para aliciar todos os animais a se unirem para defender o lugar onde vivem. Gilda não quer dar uma lição de ecologia, mas encantar os pequenos leitores com a grande variedade de bichos falantes, unidos para preservar a floresta, indispensável à sobrevivência de todos.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O caso do Amendoim Roubado”, de Cruz Oswaldo, publicado pela editora Editora Jaguatirica, em 2016 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Editora Jaguatirica
Páginas: 48
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556620256
ISBN13: 9788556620255
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,125
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Jaguatirica convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível e o universo espiritual, com uma forte presença de temas como transformação pessoal, memória e relações humanas. O catálogo revela obras que mesclam o realismo urbano, como o retrato das cidades brasileiras e suas contradições, com incursões em histórias de espiritualidade e reflexões filosóficas. Há uma atenção especial para personagens em jornadas de autoconhecimento, enfrentando dilemas morais e sociais, muitas vezes em contextos históricos ou contemporâneos que evocam tensões internas e externas. O tom das obras varia entre o contemplativo e o tenso, com uma linguagem que pode ser poética, envolvente e, por vezes, carregada de lirismo, sem perder o contato com o concreto e o palpável.
