
Título: O Céu Não Sabe Dançar Sozinho
Autor: ONDJAKI
Sinopse: De Macau a Praga ou de Oaxaca e Buenos Aires, viajamos com estes contos inéditos e independentes - cada história pode ser lida de maneira separada - através dos quais temos o privilégio de conhecer personagens e metrópoles improváveis, lugares perdidos no mapa e cruzado por protagonistas que, embora pareçam estar de passagem, se apresentam sempre de forma indelével e inesquecível. Seja num bar de Shangai - rodeado pelo fumo de espera e pelos músicos de jazz - ou num improvável encontro com Zeca Diabo, personagem de novela, num bairro do Rio de Janeiro, o leitor tem a oportunidade de fazer, com este livro de múltiplas histórias e lugares, uma incursão pelo mundo mágico, misterioso e pessoalísmo de Ondjaki.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Céu Não Sabe Dançar Sozinho”, de ONDJAKI, publicado pela editora LINGUA GERAL, em 2014 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: LINGUA GERAL
Páginas: 144
Ano: 2014
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560160949
ISBN13: 9788560160945
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Lingua Geral oferecem uma experiência de leitura marcada por uma combinação entre crítica social e experimentação linguística, frequentemente atravessada por humor e lirismo. As narrativas transitam entre o realismo e o fantástico, com contos que exploram tensões sociais por meio de uma linguagem que valoriza ritmo e sonoridade. O catálogo também inclui obras que dialogam com a história da língua portuguesa e retratos de personagens em contextos culturais diversos, do Brasil à África, com olhares que mesclam o íntimo e o coletivo. Há espaço para textos que abordam desde a poesia da vida cotidiana até romances que exploram identidades e relações afetivas, sempre com um tom que pode ser tanto melancólico quanto irônico.
