
Título: O Código Íntimo das Coisas
Autor: Assis Lima
Sinopse: "Em O código íntimo das coisas, Assis Lima junta duas características fundamentais em sua escrita poética: o traço lúdico, patente em seu constante apelo às raízes populares, e a subjacente afinidade com uma espiritualidade de cunho oriental. Não é sem mistério que ele se confessa: 'Meu signo não é o fogo / e sim a ausência de água. / Em meus extremos, / pelo fio de água cristalina / sobrevivo às cinzas.' Certeiro em seus desígnios, também nos aponta o que há de ambíguo em toda contradição vivente, ao contrapor a luminosidade manifesta em todas as coisas às suas inescapáveis arestas. Assim é chamado Réquiem o poema mais luminoso do livro. É neste livro que vem se apurando a sensibilidade poética de Assis Lima e, de igual modo, a receptividade dos seus leitores mais próximos." Ângelo Monteiro Acabamento: Brochura. Peso: 150g. Dimensões: 18 x 12 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “O Código Íntimo das Coisas”, de Assis Lima, publicado pela editora Confraria do Vento, em 2018 e com 92 páginas, integra a categoria Poesia - Brasileira. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Confraria do Vento
Páginas: 92
Ano: 2018
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788555320729
Sobre a editora
Os livros da editora Confraria Do Vento convidam a uma leitura que mescla densidade poética e reflexão crítica, com uma forte presença da linguagem literária que flerta entre o ensaio, a poesia e a narrativa contemporânea. O catálogo sugere obras que exploram temas como a condição humana, o corpo, a marginalidade e a memória, muitas vezes com um tom introspectivo, às vezes marcado por tensões entre o lírico e o político. A experiência de leitura pode variar do ritmo cadenciado da poesia a narrativas mais cruas e investigativas, com textos que não se acomodam a fórmulas e que desafiam o leitor a acompanhar um fluxo de pensamento por vezes fragmentado ou experimental. A Confraria Do Vento parece privilegiar uma escrita que valoriza o jogo entre o intelectual e o sensível, em ambientes que vão do urbano às paisagens interiores e imaginárias.
