
Título: O Conceito de Ironia
Autor: Søren Kierkegaard
Sinopse: Dissertação de mestrado, "O Conceito de Ironia" mostra um europeu periférico no auge da petulância de quem tem 28 anos e se sabe dono de uma inteligência incomum. Kierkegaard (1813-1855) enviou ao rei uma carta na qual pedia autorização para escrever a tese em dinamarquês e obteve permissão parcial: a arguição oral teve de ser feita em latim. Não aceitou as sugestões da banca examinadora, que lhe recomendava mudar o título da tese e ser bem-comportado na escrita. Seu trabalho esmiúça Sócrates e conceitua a ironia. O sujeito irônico não vê validade no mundo que critica e, já na própria linguagem, o nega. É irônico o dito socrático "só sei que nada sei", de que se serve o filósofo para minar a ideia de Estado e a crença nos deuses gregos. A ironia, sempre subversiva, levou Sócrates a ser condenado ao suicídio e fez com que Kierkegaard criticasse a "única continuidade" possível do irônico, o tédio - "esta eternidade sem conteúdo, esta felicidade sem gozo, esta profundidade superficial, esta saciedade faminta".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Conceito de Ironia”, de Søren Kierkegaard, publicado pela editora Folha de S. Paulo, em 2015 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Folha de S. Paulo
Páginas: 256
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8581932673
ISBN13: 9788581932675
