
Título: O Contemporaneo
Autor: Susana Scramim
Sinopse: Com este livro, O contemporâneo na crítica literária, novamente tenta-se responder para transformar à relação de identidade entre o que é próprio da arte, próprio da crítica ou próprio da sociedade. O livro nasce do desejo de transformar de alguns professores e pesquisadores inquietos diante da constatação da falta de disposição para o contemporâneo de certas práticas críticas. Contemporâneo é, segundo Giorgio Agamben, é aquele que mantém fixo o olhar no seu tempo, para nele perceber não as luzes, mas o escuro. O que não quer dizer que perceber essa obscuridade seria apenas um estar passivo diante dos acontecimentos. Estar diante de algo que não representa e nem dá a ver nada obscurece o olhar e, ao contrário do que se poderia imaginar, promove a visão. O contemporâneo é sempre o enigma a nos desafiar, a exigir de nós uma posição de alteridade frente ao que se nega à identificação.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Contemporaneo”, de Susana Scramim, publicado pela editora Iluminuras, em 2013 e com 262 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Iluminuras
Páginas: 262
Ano: 2013
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8573213965
ISBN13: 9788573213966
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,412
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Iluminuras convidam o leitor a uma experiência de leitura que mescla rigor intelectual e sensibilidade estética. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram a densidade da linguagem, seja por meio de poesia, ensaios filosóficos ou narrativas literárias que problematizam dilemas éticos e existenciais. A diversidade temática é marcada por textos que transitam entre a reflexão crítica e a expressão artística, com destaque para abordagens que valorizam a complexidade do olhar sobre a arte, a literatura e a condição humana. Em muitos títulos, percebe-se um tom contemplativo, ora introspectivo, ora incisivo, que desafia o leitor a pensar além da superfície dos temas tratados. A editora parece privilegiar obras que dialogam com tradições literárias e filosóficas, mas que também apresentam rupturas e experimentações formais, como o uso do fragmento, do monólogo ou da linguagem poética com forte carga imagética.
