
Título: O Crimes Do Olho De Boi
Autor: Marcos Rey
Sinopse: Mais uma narrativa instigante, inteligente e bem-humorada de Marcos Rey. Em um curto espaço de tempo, ocorrem em São Paulo cinco crimes. Todas as vítimas são milionárias e todas só têm um herdeiro. Para desvendar os misteriosos assassinatos, entra em cena Lauro de Freitas, o jornalista criminal com uma coluna diária em um jornal vespertino, e seu amigo, o hábil detetive Adão Flores. Adão Flores gostava de brincar com as palavras. Enquanto escrevia qualquer coisa, a cabeça funcionava melhor e ia pondo os pensamentos em ordem. Diante da escrivaninha, lembrava dos crimes dos herdeiros únicos. Precisava tê-los em ordem direta na mente para não fazer confusão. O primeiro ele chamou de Noturno do Sumaré, o segundo, de Crime da Cobertura, o terceiro, Crime da Casa de Repouso e os outros dois, de Crime da Bruxa Generosa e Crime do Clube de Campo. Um enredo tão bem criado que é impossível parar de ler.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Crimes Do Olho De Boi”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2010 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 192
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526014129
ISBN13: 9788526014121
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
