
Título: O Diabo No Porta-Malas
Autor: Marcos Rey
Sinopse: Com a publicação de O diabo no porta-malas, em 1995, Marcos Rey recebeu o prêmio Intelectual do Ano. Neste livro, o autor mostra mais uma vez ser um criador hábil de excelentes enredos. Miro é condenado injustamente a vinte anos de prisão por matar seu sócio, Ricardo Canaviera. O corpo esfaqueado e fantasiado de diabo foi colocado no porta-malas de seu carro. Seu filho Mário, um rapaz de dezoito anos, promete descobrir o verdadeiro assassino. Ajudado por Nadia, namorada do pai, envolve-se em uma intensa e arriscada investigação. Mário não dormiu mais que uma hora naquela noite. As poucas frases lembradas corroeram-lhe o sono como ratos. Ao amanhecer já decidira o que fazer. Mário dirigiu-se ao escritório do doutor Nestor sem marcar consulta. O advogado já foi dizendo que dispunha de pouco tempo. – Eu e Nádia estamos investigando. Pelo menos já descobrimos por que Rico usava capa preta.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Diabo No Porta-Malas”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2006 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 128
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526010522
ISBN13: 9788526010529
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
