
Título: O Dinheiro do Diabo
Autor: Palou Ángel
Sinopse: O assassinato do padre Jonathan Hope é o primeiro de uma série de mortes sem ligação aparente nas dependências do Vaticano. Pouco a pouco, no entanto, as pistas conduzem às profundezas misteriosas do Arquivo Secreto Vaticano, às intrigas palacianas de 1929, quando o poder da Santa Sé cresceu à sombra de Mussolini e Hitler, e às estranhas circunstâncias do fim do papado de Pio XI e sua polêmica sucessão. Para elucidar esses crimes, o Santo Padre convoca o jesuíta Ignacio Gonzaga, um investigador experiente, que abandona uma missão no Oriente Médio e volta a Roma trazendo consigo a médica legista israelense Shoval, a única pessoa em quem poderá confiar. Juntos, eles mergulham numa trama nebulosa que guarda segredos sombrios de um passado que a Igreja quer esquecer. Com um ritmo vertiginoso, cinematográfico, "O Dinheiro do Diabo" mistura ficção e realidade, expondo um conchavo de interesses econômicos entre o Vaticano, Mussolini e Hitler.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Dinheiro do Diabo”, de Palou Ángel, publicado pela editora Benvirá, em 2012 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Benvirá
Páginas: 304
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8564065282
ISBN13: 9788564065284
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,360
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,68
Sobre a editora
Os livros da editora Benvira oferecem um mergulho em temas que vão do cuidado com a saúde e o bem-estar à reflexão sobre relações humanas e desafios contemporâneos. A leitura costuma ser clara e acessível, com obras que trazem explicações didáticas sobre doenças crônicas, direitos civis, educação e desenvolvimento pessoal, mas também se estende a narrativas que exploram a subjetividade, memórias e histórias com densidade emocional. O catálogo revela uma preocupação em dialogar com públicos variados, incluindo jovens, profissionais e leitores interessados em temas práticos e existenciais, sempre com um tom que privilegia o entendimento e o aprofundamento sem perder a fluidez.
