
Título: O Exilio do Velho Rei
Autor: Arno Geiger
Sinopse: A trajetória de Auguste Geiger nos é apresentada por seu filho, Arno Geiger, no livro O exílio do velho rei. O patriarca da família é um ex-combatente de guerra sem muitas fantasias, comprometido com o trabalho e dotado de uma leve obsessão em reformar a casa em que mora, mas que passa a não mais reconhecer. Somos convidados a testemunhar a adaptação da família Geiger frente a um novo desafio: o ser humano por trás do soldado faz sua fraqueza aparente quando enfim é diagnosticado com Alzheimer. O vínculo entre pai e filho se torna mais forte ao passo que a memória de Auguste se esvai e suas referências tornam-se turvas. Dotada de um humor peculiar e da leveza de uma intimidade toda especial, essa delicada história faz do exílio forjado pelo desencontro de Auguste com a razão um poético reencontro entre pai e filho.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Exilio do Velho Rei”, de Arno Geiger, publicado pela editora Paz & Terra, em 2012 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Paz & Terra
Páginas: 200
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8588763257
ISBN13: 9788588763258
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,228
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Paz & Terra convidam a uma imersão profunda em temas ligados à educação, política, filosofia e história, com um olhar atento às transformações sociais e culturais. A experiência de leitura costuma ser marcada por textos densos, que mesclam reflexão crítica e engajamento, frequentemente ancorados em contextos latino-americanos e brasileiros. O catálogo privilegia obras que exploram a pedagogia libertadora, a análise das estruturas sociais e as tensões políticas, mas também inclui narrativas que abordam histórias pessoais e coletivas, como relatos de sobrevivência e memórias familiares. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com ritmo que pode ser tanto didático quanto emotivo, dependendo do enfoque do texto.
