
Título: O filho de Eddie
Autor: William Kowalski
Sinopse: O filho bastardo de Eddie é William Amos Mann IV, mais conhecido por Billy, filho ilegítimo de Eddie Mann - atelta e piloto lendário, herói morto no Vietname - e de mãe deconhecida. Billy é o único descendente de uma família de irlandeses americanos orgulhosos e ferozmente individualistas. À nascença foi deixado num cesto à porta da outrora grandiosa moradia ancestral da sua família, agora transformada num casarão decrépito e assombrado. O seu único ocupante é o Avô Thomas, um velho recluso solitário e amargo que que resolve criá-lo com amor e com a sabedoria própria da família Mann e alimentá-lo à base de sanduiches. Se o seu nascimento foi pouco auspicioso, a vida de Billy está destinada à grandeza.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O filho de Eddie”, de William Kowalski, publicado pela editora Difel, em 2000 e com 384 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 384
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722905597
ISBN13: 9789722905596
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
