
Título: O fim de Eddy
Autor: Édouard Louis
Sinopse: A nova e aguardada edição do aclamado romance de estreia de Édouard Louis. Estreia de Édouard Louis, O fim de Eddy foi lançado em 2014, quando o autor tinha apenas 22 anos. Rapidamente se tornou um sucesso de público e de crítica, tamanha a brutalidade e a verdade contidas nesta obra, que tem como foco a infância (e o começo da adolescência) de um garoto que está se descobrindo gay em uma pequena cidade operária no norte da França. Quando criança, Eddy tentou ser como os outros meninos da sua idade. Queria se tornar um "durão", a exemplo de seu pai e de seu irmão mais velho. Em um mundo em que ser homem equivaleria a ser viril e grosseiro, ele se forçava a sair com meninas, a jogar futebol, além de se embriagar no ponto de ônibus com os colegas falando de garotas. Tentava controlar seus trejeitos ― e sobretudo seus desejos ― para evitar sofrer ainda mais violência na escola. Misto de ficção, ensaio e autobiografia, O fim de Eddy já pode ser considerado um clássico contemporâneo queer. Uma narrativa única que fala sobre descobrir e assumir a homossexualidade, e sobretudo sobre coragem e transformação.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O fim de Eddy”, de Édouard Louis, publicado pela editora Todavia, em 2025 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Todavia
Páginas: 160
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9786556928869
ISBN13: 9786556928869
Sobre a editora
Os livros da editora Todavia costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a crônica social, o romance intimista e o ensaio político. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em contextos históricos e culturais complexos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais em meio a tensões sociais ou políticas. O tom varia entre o sóbrio e o irônico, com uma linguagem que ora é direta e clara, ora poética e reflexiva, convidando o leitor a uma reflexão crítica sobre temas como memória, identidade, violência e desigualdade. O catálogo revela uma preocupação constante com a representação de vozes marginalizadas ou pouco conhecidas, seja por meio de relatos de resistência, seja pelo exame das estruturas sociais que moldam essas vidas.
