
Título: O futuro do museu - 28 Dialogos
Autor: András Szántó
Sinopse: Qual o papel dos museus nos dias de hoje? Em um mundo em que a desigualdade se aprofunda, em meio a crises políticas e ambientais, como combinar novas abordagens de curadoria, engajamento de público, tecnologia, inclusão e aprendizagem para expandir o papel da arte e da cultura na sociedade? Para entender os caminhos possíveis para construção desse museu empático, agregador e relevante, András Szántó, escritor e editor baseado em Nova York, entrevistou 28 curadores e diretores de alguns dos mais importantes museus de todos os continentes – entre eles o brasileiro Adriano Pedrosa, do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). O resultado é o livro O futuro do museu: 28 diálogos, que mostra uma paisagem museológica em transformação e aponta, de diversas formas, que os museus precisam se reinventar constantemente para, alargando a escuta e incorporando as diferenças, reafirmar o papel transformador da arte. Os museus devem existir tanto como lugares de guarda de patrimônio quanto de experimentação na arte e na sociedade – espaços públicos e plurais dedicados ao diálogo de perspectivas autônomas. Inspiradoras, francas, informativas e entusiasmadas, as conversas refletem a busca por um museu ativo e viável ao público contemporâneo. Como escreve o organizador no prefácio à edição brasileira, “com novas perspectivas e novas experiências, uma nova geração de líderes está pronta para dar novos rumos para as instituições de arte, ajudando-as a se adaptar e se alinhar com o momento atual”. Trechos: “A mensagem-chave destes diálogos é a de que uma nova era começou nos museus – isto porque uma nova era começou no mundo. Mas aqui, como em outros lugares, as mudanças não surgiram do nada. Elas foram germinando por décadas, à medida que ondas sequenciais de transformação social faziam novas demandas às instituições culturais e à medida que gerações de museus e seus líderes postulavam ideias inovadoras sobre o que um museu pode ser.” (András Szántó) Sobre o autor András Szántó é Ph.D e atua como consultor de estratégia cultural para museus, fundações, instituições de educação e empresas importantes ao redor do mundo. Prolífico autor e editor, tem escritos publicados no New York Times, na Artforum, no Art Newspaper e em muitos outros jornais, revistas e livros, de diversos países. Foi diretor do National Artes Journalism Program [Programa Nacional de Jornalismo Cultural], na Columbia University, e coordenador do Global Museum Leaders Colloquium [Colóquio Mundial de Diretores de Museu], no Metropolitan Museum of Art [Museu Metropolitano de Arte – Met]. Desde o início dos anos 1990, vem organizando conversas e mesas-redondas com líderes do mundo da arte, sendo com frequência o mediador da série de debates Art Basel Conversations. Nascido em Budapeste, na Hungria, Szántó vive hoje no Brooklyn, em Nova York."
Contexto da obra
Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “O futuro do museu – 28 Dialogos”, de András Szántó, publicado pela editora Cobogó, em 2022 e com 450 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.
Editora: Cobogó
Páginas: 450
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6556910732
ISBN13: 9786556910734
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
