
Título: O Grande Medo de 1789
Autor: Georges Lefebvre
Sinopse: O Grande Medo nasceu do temor dos “bandidos”, que, por sua vez, explica-se pelas circunstâncias econômicas, sociais e políticas em que se encontrava a França em 1789. No Antigo Regime, a mendicância era uma das pragas do campo. A partir de 1788, o desemprego e o encarecimento dos produtos alimentícios se agravaram. As inúmeras agitações decorrentes da miséria aumentaram a desordem. A crise política também contribuiu, pois, conturbando ainda mais os espíritos, ela tornou os franceses mais impetuosos. Em razão do mendigo, do vagabundo e do amotinado, denunciava-se por todo lado o “bandido”. Se, desde sempre, a época da colheita era de preocupação, ela se tornou, naquele momento, algo terrível. Os alarmes locais se multiplicaram. Neste livro, o autor reconstitui as correntes do medo, enfrentando, no caminho, as causas secundárias, e terminando por alcançar suas origens.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “O Grande Medo de 1789”, de Georges Lefebvre, publicado pela editora Editora Vozes, em 2020 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 248
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532662757
ISBN13: 9788532662750
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,346
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
