
Título: O Grande Xaram
Autor: Mauricio Dias
Sinopse: “Excelente. Lembra as histórias de Corben e Dubay na antiga revista Kripta.” – Mike Deodato Jr. Guardião de uma arte esquecida, o velho ventríloquo Xaram anima festas infantis com seu boneco Frodo, obrigado a competir com a popularidade dos jogos eletrônicos. Mas nem sempre as coisas foram assim: no fim dos anos 1940, auge dos programas de rádio, Xaram já teve seu momento de fama. Já no outono de seus anos, o artista sofre com o vazio deixado por um grande afeto que ficou no passado. Do roteirista Mauricio Oliveira Dias e do ilustrador Allan Alex, O Grande Xaram é uma história emocionante, que resume em poucas páginas a trajetória de toda uma vida. O livro conta ainda com um posfácio do historiador e jornalista Daniel Salomão Roque sobre a história do ventriloquismo.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “O Grande Xaram”, de Mauricio Dias, publicado pela editora Veneta, em 2021 e com 32 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Veneta
Páginas: 32
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586691346
ISBN13: 9786586691344
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 27,50
- Largura (cm): 20,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Veneta convidam o leitor a mergulhar em narrativas que combinam densidade histórica, crítica social e uma forte presença dos quadrinhos como linguagem. Entre obras que exploram desde a biografia de figuras complexas até relatos autobiográficos e ficções que transitam entre o real e o surreal, o catálogo revela um interesse constante por temas como o ativismo político, a memória cultural e as tensões sociais contemporâneas. A diversidade editorial é notável, com títulos que vão do mangá autobiográfico ao quadrinho histórico, passando por histórias em quadrinhos eróticas e relatos sobre movimentos sociais. O tom das obras varia entre o poético e o crítico, muitas vezes com ritmo cadenciado e foco na experiência subjetiva, mas também com momentos de suspense e humor ácido.
