
Título: O GRITO DOS QUILOMBOS
Autor: Marina Lourenço
Sinopse: Lugares quase míticos, os quilombos geralmente ocupam um espaço representado por Zumbi e Palmares em nosso imaginário. Para além disso, porém, uma cultura ainda muito viva e atuante resiste nessas comunidades, que enfrentam desafios que vão desde a subsistência e a tentativa de garantir uma educação enraizada em suas tradições até a luta contra grandes corporações e a disputa pela titulação de seus territórios, nunca garantida. A invisibilidade dos quilombos contemporâneos leva à ignorância sobre a formação da sociedade brasileira e, em alguns casos, ao desprezo pelas reivindicações atuais — e necessárias — dessas comunidades. Este livro--reportagem de prosa envolvente e direta é o resultado de uma viagem feita de norte a sul do Brasil, em que os personagens quilombolas contam sua própria história de resistência, sofrimento e alegria, apresentando um retrato de um Brasil que precisa de visibilidade.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “O GRITO DOS QUILOMBOS”, de Marina Lourenço, publicado pela editora Todavia, em 2024 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Todavia
Páginas: 264
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6556927465
ISBN13: 9786556927466
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 20,80
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Todavia costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a crônica social, o romance intimista e o ensaio político. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em contextos históricos e culturais complexos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais em meio a tensões sociais ou políticas. O tom varia entre o sóbrio e o irônico, com uma linguagem que ora é direta e clara, ora poética e reflexiva, convidando o leitor a uma reflexão crítica sobre temas como memória, identidade, violência e desigualdade. O catálogo revela uma preocupação constante com a representação de vozes marginalizadas ou pouco conhecidas, seja por meio de relatos de resistência, seja pelo exame das estruturas sociais que moldam essas vidas.
