
Título: O Homem do Renascimento
Autor: Agnes Heller
Sinopse: Um dos maiores clássicos para o estudo da Europa renascentista, Heller coloca como as estruturas socioeconômicas em desenvolvimento da Idade Moderna modificaram a forma de pensar e agir dos seres humanos do seu tempo, romperam com a noção estática do aristotelismo e do tomismo, apresentando o Renascimento como um processo total de transformações sociais: na economia, na cultura, religião, ética, moral, ciências e costumes. A principal noção trazida pelo Renascimento é a do homem criador, da imanência (tudo é passível de compreensão humana), do rompimento da comunidade medieval num processo onde se misturam inspirações clássicas e igualdade cristã. O Renascimento é produto do mundo burguês e das transformações que realiza, mesmo não sendo tomado como ideologia de classe pelo referido grupo, iniciando uma construção de visão de mundo que se estenderia até o Iluminismo. O Homem do Renascimento é o que vê um horizonte novo de possibilidades em um mundo conectado pelas rotas comerciais, por onde fluem além de mercadorias, invenções, técnicas, informações e conhecimentos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Homem do Renascimento”, de Agnes Heller, publicado pela editora Presença, em 1982 e com 366 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 366
Ano: 1982
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722301063
ISBN13: 9789722301060
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
