
Título: O Homem Que Pintava Virtudes
Autor: Egidio Trambaiolli Neto
Sinopse: Uma tempestade leva um grupo de crianças a buscar abrigo em uma casa que dizem ser habitada por um homem estranho, mas, quando entram, descobrem que aquela morada é uma espécie de ateliê com obras de arte fascinantes e que o hospedeiro é, na verdade, um gentil pintor, que diz ser capaz de enxergar as virtudes humanas retratadas em obras de artes magníficas. Não bastasse isso, o homem passa a revelar as maiores virtudes de cada criança, a partir das histórias que estão relacionadas com as experiências de vida de cada uma delas. Mais do que uma história, este livro traz provocações e reflexões que nos sacodem o interior, forçam nossas mentes a buscarem o que há de melho em nosso âmago. Sem dúvida, este livro, recheado de histórias virtuosas, dese ser lido várias e várias vezes, pois cada leitura nos revelará novas descobertas e nos fará mais sensíveis e humanos, ingredientes fundamentais para os momentos tão tensos pelos quais a humanindade vem passando. Este livro é fundamental, tudo porque: amar é essencial. Acabamento: Brochura. Peso: 281g. Dimensões: 23 x 17 x 0.9.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “O Homem Que Pintava Virtudes”, de Egidio Trambaiolli Neto, publicado pela editora Uirapuru, em 2020 e com 136 páginas, integra a categoria Literatura Juvenil. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Uirapuru
Páginas: 136
Ano: 2020
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9786586646092
Sobre a editora
Os livros da editora Uirapuru apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o universo infantil e temas adultos complexos, com forte presença de personagens em situações de conflito interno e social. Em muitas obras, a inteligência e a sensibilidade são colocadas à prova diante de desafios que envolvem desde aventuras fantásticas até dramas psicológicos profundos. O catálogo sugere um equilíbrio entre histórias mais narrativas, que exploram jornadas pessoais e mitológicas, e outras com tom mais informativo ou reflexivo, abordando questões como transtornos mentais, diversidade cultural e marginalidade. A leitura costuma envolver um ritmo que mescla tensão e introspecção, com linguagem acessível, mas que não evita temas densos e atuais.
