
Título: O Homem Que Sorria
Autor: Henning Mankell
Sinopse: No quarto romance da série protagonizada por Kurt Wallander, Henning Mankell confronta o inspetor-chefe da polícia de Ystad com o sempre sorridente e bronzeado Alfred Harderberg. Avesso a toda forma de publicidade, Harderberg é dono de um imenso império em que bancos, indústrias farmacêuticas, sociedades de investimento, plantações de chá e de café, manufaturas, construtoras e até, quem sabe, tráfico de órgãos humanos se mesclam e se confundem. O pedido para investigar um acidente fatal e a morte subseqüente de quem lhe pedira ajuda levam Wallander a desistir da aposentadoria e voltar à ativa. Após quase dezoito meses de afastamento, o inspetor retoma as atividades com ânimo renovado para empreender uma batalha emocionante contra o poderoso Alfred Harderberg. À medida que a trama se desenvolve, o leitor talvez se espante em constatar que mesmo numa das nações de maior igualdade social do planeta, com uma das economias mais prósperas da Europa, existe boa dose de servilismo diante dos poderosos. Narrada com ritmo impecável, a ação se condensa nos dois últimos meses do ano, sob intensas ventanias, muito nevoeiro e chuva incessante.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Homem Que Sorria”, de Henning Mankell, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2006 e com 432 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 432
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535909052
ISBN13: 9788535909050
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,452
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
