
Título: O Horror Empunha um Cutelo
Autor: Flavio P. Oliveira
Sinopse: Certo dia, Eduardo, um sujeito normal sendo alterado por uma incomum doença — cada parte do corpo dele sofre envelhecimento em ritmo distinto —, repara em uma unha negra na mão e compra um cutelo. Na casa 13, na vila, vivem duas simpáticas gêmeas… A mão em frangalhos treme, ele em pé atrás da porta ergue o cutelo, os meninos bisbilhotando se há alguém em casa… Segundo pesquisas, transfusões de sangue jovem podem reverter o envelhecimento precoce, e há casos de membros transplantados entre desconhecidos. De nada adiantaria a mão de uma vítima, se a doença consumir o resto do corpo; porém o desespero remove as barreiras lógicas, e ele tem um cutelo. Martina, a gêmea mais atrevida, tentará ajudá-lo, além disso, vários vizinhos seriam boas vítimas. Ele deseja interromper o acelerado e precoce envelhecimento e, por acaso, tem um sedento cutelo dando bobeira em casa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Horror Empunha um Cutelo”, de Flavio P. Oliveira, publicado pela editora Delirium, em 2016 e com 30 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Delirium
Páginas: 30
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788569423041
Sobre a editora
Os livros da editora Delirium costumam explorar territórios sombrios e fantásticos, onde o real e o imaginário se entrelaçam de forma intensa e muitas vezes perturbadora. A experiência de leitura traz um clima de tensão e mistério, com narrativas que transitam entre o horror, o fantástico e o relato íntimo, como em textos que abordam a identidade e a resistência de mulheres trans. O catálogo apresenta obras que misturam elementos de terror psicológico, contos de criaturas mitológicas e fobias, além de histórias que exploram a memória e o trauma de maneira poética e fragmentada. Há uma diversidade perceptível entre relatos mais densos e confessionais e aventuras que se apoiam em mitos e lendas, o que sugere uma curadoria atenta a diferentes modos de envolver o leitor no estranho e no desconhecido.
