
Título: O Humor Abre Corações e Bolsos
Autor: Alfredo Fredizzi
Sinopse: O humor é uma válvula de escape para as angústias cotidianas e nos coloca criticamente frente à realidade, preservando o aspecto lúdico. Como diz o publicitário Washington Olivetto, “em tempos difíceis, o humor cresce e se torna quase que um serviço de utilidade pública”. Foi a partir de um grupo de estudos conduzido por um amigo, o psicanalista Abrão Slavutzky, que Alfredo Fedrizzi teve a idéia de organizar um livro que falasse de propaganda de humor. Ao constatar que o uso do humor na propaganda cresce de maneira impressionante e que as pessoas preferem relacionar-se de forma bem humorada com a vida, ele percebeu que tinha espaço para um livro assim. O livro procura mostrar, através de entrevistas, artigos, crônicas e pesquisas acadêmicas, o significado do humor para a propaganda hoje e, conseqüentemente, para a vida de cada um de nós, com a leveza que o tema sugere.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Humor Abre Corações e Bolsos”, de Alfredo Fredizzi, publicado pela editora Negócio, em 2003 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Negócio
Páginas: 168
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575890042
ISBN13: 9788575890042
Sobre a editora
Os livros da editora Negocio apresentam uma abordagem que equilibra teoria e prática no universo empresarial e organizacional, com narrativas que vão do humor crítico à análise estratégica. A leitura costuma envolver reflexões sobre a gestão, o comportamento humano nas organizações e histórias que trazem uma leveza mesmo em temas densos, como planejamento, marketing e liderança. O catálogo sugere um olhar atento às transformações econômicas e sociais, com textos que dialogam tanto com profissionais quanto com leitores interessados em entender o funcionamento das empresas e suas dinâmicas internas. Há obras que usam fábulas e metáforas para ilustrar conceitos, enquanto outras apostam em relatos e estudos de caso para fundamentar o conteúdo.
