
Título: O inferno somos nós: Conversas sobre jovens e adolecentes
Autor: Carlos Amaral Dias
Sinopse: Este livro reúne um conjunto de conversas aos microfones da TSF entre o médico psiquiatra e psicanalista Carlos Amaral Dias e Ana Bravo, que tinha por título "O Inferno Somos Nós". CAD é um bom comunicador (a sua colaboração na TSF mantém-se, agora no programa "Freud e Maquiavel", onde conversa com Carlos Magno) e estas conversas cativam-nos. Até porque os assuntos se revelam de uma grande actualidade. Discutem-se ali questões como a sexualidade infantil, a violência ( "não me espanta que (...) as crianças aprendam comportamentos de violência no interior da violência da própria família e em comportamentos que são fortemente desagregados no interior da família"), a anorexia, o primeiro amor, o divórcio. Para além das questões que coloca, CAD também esclarece dúvidas ou faz-nos pensar em coisas em que talvez não pensássemos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O inferno somos nós: Conversas sobre jovens e adolecentes”, de Carlos Amaral Dias, publicado pela editora Quetzal / Bertrand, em 2002 e com 236 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quetzal / Bertrand
Páginas: 236
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9725645375
ISBN13: 9789725645376
Sobre a editora
Os livros da editora Quetzal / Bertrand costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram tanto a intimidade pessoal quanto os contextos históricos e sociais. As obras frequentemente apresentam personagens que enfrentam dilemas profundos, como traumas familiares, conflitos de memória e tensões sociais, em ambientes que vão do cotidiano doméstico a cenários históricos complexos. O tom varia entre o introspectivo e o investigativo, com textos que alternam entre monólogos intensos, relatos documentais e reconstruções ficcionais de eventos reais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, que privilegiam o desenvolvimento psicológico, e outras que adotam um enfoque mais informativo e reflexivo.
