
Título: Os Velhos Diabos: The Old Devils
Autor: Kingsley Amis
Sinopse: Publicado pela primeira vez em 1986, galardoado com o prémio Booker no mesmo ano e adaptado à televisão numa minissérie para a BBC, Os Velhos Diabos é considerado um dos melhores romances de Kingsley Amis e um dos melhores romances do século xx. Martin Amis considera-o a obra-prima do pai. Será que as pessoas chegam a crescer? Os velhos diabos desta história são como sempre foram - só que são prisioneiros de um corpo que envelhece. É como viver numa casa que precisa de arranjos que nunca chegam a ser feitos. Malcolm, Peter e Charlie e as respetivas mulheres têm uma única grande ambição na vida: beber tudo o que há para beber no País de Gales. A viver em Londres há várias décadas, Alun Weaver, um escritor de modesto renome, e a mulher, uma grande beleza do seu tempo, Rhiannon, decidem regressar à pequena e pacata comunidade galesa onde viveram no passado. Aí retomam o convívio regular - e os copos - com os antigos amigos - e as disputas, as rivalidades e as paixões do passado. Até que um súbito acontecimento trágico interrompe o reencontro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Velhos Diabos: The Old Devils”, de Kingsley Amis, publicado pela editora Quetzal / Bertrand, em 2013 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quetzal / Bertrand
Páginas: 416
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9897221174
ISBN13: 9789897221170
Sobre a editora
Os livros da editora Quetzal / Bertrand costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram tanto a intimidade pessoal quanto os contextos históricos e sociais. As obras frequentemente apresentam personagens que enfrentam dilemas profundos, como traumas familiares, conflitos de memória e tensões sociais, em ambientes que vão do cotidiano doméstico a cenários históricos complexos. O tom varia entre o introspectivo e o investigativo, com textos que alternam entre monólogos intensos, relatos documentais e reconstruções ficcionais de eventos reais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, que privilegiam o desenvolvimento psicológico, e outras que adotam um enfoque mais informativo e reflexivo.
