
Título: The Russian Girl
Autor: Kingsley Amis
Sinopse: Sex, booze, and Russian intrigue . . . A cool cocktail mixed with parts of Updike and De Vries, with a peel of le Carré.The New York Times Book Review Richard Vaisey is a respected scholar specializing in Russian studies when Anna Danilova arrives on campus. A visiting Russian poet with a mission more than literary, Anna challenges his integrityand his marriage. Richards beautiful but unspeakably monstrous wife, Cordelia, seeks revenge on her adulterous husband, determined to ruin him by canceling his credit cards and reporting his car as stolen to the police. But Richard must face even further humiliating consequences, for the seductive Anna is also an irremediably bad poet. The Russian Girl is vintage Kingsley Amis: entertaining, thought-provoking, and wittily wise. A brilliant satire . . . Kingsley Amis can skewer the modern world like no other writer.Los Angeles Times Book Review Genuinely entertaining, and corrosively funny . . . Amiss work is the result of beautifully organized and polished craftsmanship.The New York Review of Books
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Russian Girl”, de Kingsley Amis, publicado pela editora Penguin Books, em 1995 e com 308 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 308
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 0140251723
ISBN13: 9780140251722
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
