
Título: O ladrão que estudava Espinosa
Autor: Lawrence Block
Sinopse: Lawrence Block foi o primeiro a receber um Nero Wolfe, prêmio instituído em 1979 para homenagear autores de romances policiais à altura do mestre Rex Stout, o que significa, entre outras coisas, capacidade de criar tramas que são verdadeiros quebra-cabeças e deixar o leitor feliz e satisfeito por não conseguir resolvê-los. Afinal, é para isso que existe o detetive, o herói da história. No caso, ele se chama Bernard Rhodenbarr e tem uma particularidade única: é obrigado a investigar crimes para provar à polícia que não foi ele quem os cometeu.Livreiro em Nova York, Bernie cultua outras paixões, mais lucrativas - como abrir fechaduras sem o uso de chaves e pilhar a propriedade alheia. Desta vez, o que ele faz é se apropriar de uma moeda de cinco centavos - mas um V-Nickel, raridade estimada em meio milhão de dólares. Em seguida ao roubo, entretanto, ocorrem dois assassinatos relacionados ao sumiço da peça. De quem a polícia desconfia?Enquanto administra os conflitos entre Carolyn, sua cúmplice, e Denise, sua amante, Rhodenbarr põe em prática um plano para se safar. Terá de usar todo o seu talento com fechaduras e de buscar nos escritos do filósofo Espinosa as chaves para desvendar o caso, isto é: para continuar apenas com fama de ladrão.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O ladrão que estudava Espinosa”, de Lawrence Block, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2002 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 232
Ano: 2002
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535902066
ISBN13: 9788535902068
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,253
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
