
Título: O Leilão do Lote 49
Autor: Thomas Pynchon
Sinopse: Hilariante romance de um dos melhores escritores contemporâneos, tendo como pano de fundo as bizarras subculturas do Sul da Califórnia na década de 60.O leilão do lote 49, segundo romance de Thomas Pynchon, um dos mais inventivos escritores norte-americanos, é um hilariante mergulho, repleto de surpresas, na subcultura da Califórnia em plena década de 1960, entremeado de alusões à cultura de massa e à história europeia. Èdipa Maas, a protagonista, é surpreendida ao ser designada inventariante no testamento de um riquíssimo ex-namorado e, ao começar a desvendar seus negócios, vê-se envolvida no que parece ser um misterioso complô internacional, que se complica à medida que fatos e personagens cada vez mais bizarros se sucedem e se encaixam como as peças de um delirante quebra-cabeça.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Leilão do Lote 49”, de Thomas Pynchon, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1993 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 184
Ano: 1993
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571643199
ISBN13: 9788571643192
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,197
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
