
Título: O livro das aproximações
Autor: João Guilhoto
Sinopse: Estreia do escritor português João Guilhoto, O Livro das Aproximações elabora com precisão matemática o sofrimento e o desamparo humanos. As sombras iluminadoras que o autor projeta no silêncio das palavras o assemelham a Kafka, Walser e Musil, em toda a sua consciência da banalidade da vida contraposta às infinitas possibilidades do eterno da literatura. O apuro linguístico e filosófico da narrativa faz suspeitar que o livro já nasce um clássico, impressão reforçada por Evandro Affonso Ferreira para quem “as palavras dele são feitas para durar, não se deformam com as puerilidade do efêmero, não caminham subservientes pari passu com a própria época ou moda”.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O livro das aproximações”, de João Guilhoto, publicado pela editora Editora Nós, em 2021 e com 88 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Nós
Páginas: 88
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 856902004X
ISBN13: 9788569020042
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
