
Título: O Livro de Marco
Autor: Flávio Carneiro
Sinopse: O narrador-personagem Marco, adulto, em tom poético e afetivo, relembra: Eu era um menino ainda quando fiz minhas viagens à procura das estrelas cadentes. Nem sonhava escrever um dia aquelas aventuras todas neste caderno. (…) Naquela época sabia apenas que era preciso viajar, sair de casa procurando as tais estrelas, como todos os homens da minha família tinham feito antes, meu bisavô, meu avô, meu pai. Ele parte. Em pensamento, seu pai, guia e mestre, é uma presença constante. Defronta-se com nevoeiros e tempestades terríveis, serpentes e animais selvagens, feiticeiros e magos, vulcões e penhascos, areias transparentes, mar azul-celeste. Enfrenta o frio, a fome, os erros e os acertos. Encontra a estrela, descobre a si mesmo e também o amor. A leitura de O livro de Marco, certamente, sensibilizará o adolescente que tanto busca caminhos norteadores para os seus conflitos juvenis.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Livro de Marco”, de Flávio Carneiro, publicado pela editora Global Editora, em 2003 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 64
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526008021
ISBN13: 9788526008021
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,080
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
