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O mar não sofre coisa morta

Título: O mar não sofre coisa morta

Autor: Leonardo Paiva

Sinopse: Em O mar não sofre coisa morta, a morte, o luto, a violência física e simbólica e o amor marcam a construção de nove contos compostos em diferentes estilos narrativos, apresentando-se como temas cruciais do fazer literário do autor.No conto de abertura, “Lourdes”, um clima frio e recluso é retratado na sequência de ações que levam uma dona de casa a fazer o reconhecimento do corpo de seu irmão assassinado. A presença da morte permeia alguns dos outros contos, como “Véspera de Páscoa”, em que quatro mulheres são imersas em um cenário de crueldade, violência e corrupção institucionalizadas, e que nada perde para a realidade que nos cerceia.Leonardo Paiva, com uma escrita simples, mas afiada, leva o leitor a uma experiência-limite, ao lado dos personagens que vão se afogando, se sentindo falsos e culpados pelas memórias que os atingem ou pelas ações que realizam

Contexto da obra

Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “O mar não sofre coisa morta”, de Leonardo Paiva, publicado pela editora Moinhos, em 2000 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.

Editora: Moinhos

Páginas: 64

Ano: 2000

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8592579082

ISBN13: 9788592579081

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,113
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 0,50

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.

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