
Título: O Matador
Autor: Patrícia Melo
Sinopse: Um jovem da periferia da cidade grande perde uma aposta de futebol e pinta os cabelos de louro. Essa simples brincadeira desencadeia uma série de ocorrências que farão do protagonista deste romance um criminoso brutal. Num estilo vertiginoso, com extrema violência verbal à qual não faltam sensibilidade e humor, ainda que abrasivo, Patrícia Melo nos mostra o percurso de um jovem frustrado e perplexo, que já não sabe a diferença entre a matança e o baile funk, entre o amor e o ódio. Neste seu segundo livro, Patrícia Melo mergulha nas raízes da violência urbana e confirma as qualidades apontadas pela crítica em Acqua toffana: a prosa ágil, o vigor narrativo, o controle sobre o texto, a ironia, a visão ácida, a criação de personagens aparentemente incoerentes, ao mesmo tempo banais e esquisitas. O resultado não deixa ninguém indiferente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Matador”, de Patrícia Melo, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1995 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 208
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8571644977
ISBN13: 9788571644977
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
