
Título: O melhor do mau humor
Autor: Ruy Castro
Sinopse: O livro traz 1427 citações de ironia, sarcasmo e humor ferino, coletadas pelo jornalista e escritor Ruy Castro. Entre os autores que não poderiam faltar na coletânea estão Dorothy Parker, Nelson Rodrigues, Carlos Heitor Cony, W.C. Fields e Oscar Wilde. Na apresentação, Ruy Castro escreve - Sabe aquela frase que você adoraria ter dito - se ela lhe tivesse ocorrido quando mais precisou dela? Bem, esta é uma das finalidades de O melhor do mau humor: abastecê-lo com um razoável suprimento de frases witty (algo entre o espirituoso, o engraçado e o engenhoso), as quais, por definição, têm de conter uma forte carga de ironia e crítica sob a embalagem elegante e educada. Cada uma das 1427 citações contidas neste livro é o que se costuma chamar de um tapa de luva. Só que a luva é de boxe.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O melhor do mau humor”, de Ruy Castro, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1989 e com 154 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 154
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8571640920
ISBN13: 9788571640924
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
