
Título: O Mistério de Edwin Drood
Autor: Charles Dickens
Sinopse: Charles Dickens estava trabalhando neste livro quando morreu subitamente, em 9 de junho de 1870, aos 58 anos de idade. Seu imenso e fiel público leitor ficou desolado, ainda mais que O Mistério de Edwin Drood era sua primeira incursão pelo nascente gênero da literatura policial e ele não deixou qualquer roteiro sobre como pretendia encaminhar e concluir a estória. Dois anos depois, Dickens retornava, através da mediunidade de Thomas P. James, jovem e inculto médium americano, para finalizar a obra. Com olímpica arrogância, os meios literários internacionais simplesmente ignoraram a metade mediúnica do livro, no pressuposto irrecorrível de que, ao escrevê-la, Dickens estava morto e gente morta não pode escrever. Parece, no entanto, que alguém esqueceu de ´combinar´ isso com os mortos, que continuam produzindo seus textos como sempre fizeram... Pelo menos, desde que aquela mão invisível traçou, nas paredes de um bíblico salão de festanças, as três palavras que anunciavam o fim do reinado de Baltazar. As publicações Lachâtre assumem a desafiadora atitude de resgatar literalmente do limbo o texto que há cerca de 130 anos vem sendo injustamente considerado maldito. Se você, leitor/leitora, ainda guarda alguma reserva e prefere não se comprometer, leia o livro discretamente, como se não soubesse que foi um fantasma que escreveu seu emocionante final.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Mistério de Edwin Drood”, de Charles Dickens, publicado pela editora Lachâtre, em 2001 e com 536 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lachâtre
Páginas: 536
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788574770413
Sobre a editora
Os livros da editora Lachatre convidam o leitor a uma imersão em narrativas que mesclam história, espiritualidade e reflexões filosóficas, frequentemente ancoradas no espiritismo. A experiência de leitura é marcada por um tom que oscila entre o didático e o narrativo, com obras que vão desde análises críticas e argumentações densas até romances que transportam para épocas históricas específicas, como a Revolução Francesa ou o período de Jesus Cristo. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como mediunidade, reencarnação, fenômenos paranormais e a relação entre ciência e espiritualidade, sempre com uma linguagem que pode ser tanto rigorosa quanto acessível. Além disso, há uma presença constante de conflitos internos e dilemas morais, que dão ritmo e tensão às histórias e ensaios.
