
Título: O monstro e outros contos
Autor: Stephen Crane
Sinopse: Stephen Crane (1871-1900) pode ser considerado o primeiro escritor norte-americano moderno. Romancista poeta Crane deixou uma longa série de contos dentre os quais «O Monstro», «O Hotel Azul» e «As Novas Luvas de Horace» agora dados à estampa pela primeira vez em língua portuguesa. Publicado em 1898 na Harper’s New Monthly Magazine, «O Monstro» incide na temática da transformação do homem em coisa traçando o retrato cruel de Whilomville pequena comunidade imaginária reflexo da desfiguração de Johnson personagem sem rosto. Reapareceu a abrir The Monster and other stories, colectânea de três histórias editada no ano seguinte pela Harper & Brothers. «O Hotel Azul», um dos mais conhecidos contos do autor e que Hemingway afirmou seu favorito, é de certa forma complementado pela última história revelando a impossibilidade da fuga a um estado dependente, o da infância, e às forças sociais que de modo trágico moldam o destino de cada indivíduo. Stephen Crane deixa nas suas narrativas a marca irónica da natureza humana. E morre vitimado pela tuberculose antes de ter completado 29 anos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O monstro e outros contos”, de Stephen Crane, publicado pela editora Antigona, em 2003 e com 162 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Antigona
Páginas: 162
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9726081491
ISBN13: 9789726081494
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Antígona revela um interesse persistente por temas que questionam estruturas sociais, políticas e culturais, frequentemente com um tom crítico e reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram a tensão entre indivíduo e sistema, seja por meio de análises filosóficas profundas, narrativas históricas ou ficções distópicas. A linguagem é, em geral, densa e cuidadosa, mas acessível, convidando o leitor a uma imersão que combina rigor intelectual com uma certa urgência existencial. Há uma presença marcante de textos que abordam crises sociais, identidades complexas e dilemas morais, com um ritmo que varia entre o contemplativo e o intenso, dependendo do enfoque narrativo. Essa diversidade se manifesta tanto em obras mais ensaísticas quanto em romances ou relatos biográficos, oferecendo contrastes entre o mais narrativo e o mais informativo.
