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O Mundo como Vontade e Representação

Título: O Mundo como Vontade e Representação

Autor: Schopenhauer Arthur

Sinopse: O Mundo como Vontade e Representação é a obra fundamental de Schopenhauer. Admitindo a distinção kantiana entre fenómeno e númeno, o autor considera que o mundo é ao mesmo tempo vontade e representação. A vontade é a coisa em si, que se esconde por trás do fenómeno, que é a representação, ilusão, aparência; ela existe em todos os seres da natureza, desde os mais ínfimos até ao homem, no qual atinge o seu «mais alto grau de objetivação». O conhecimento, em geral, é um meio de preservar o indivíduo e a espécie, e está, portanto, ao serviço da vontade. Mas pode ultrapassar essa sujeição e «existir para si mesmo como um claro espelho do mundo», como acontece na arte. A liberdade total, no entanto, só é conseguida quando a vontade se reconhece a si mesma como dor e se resigna. Assim, a vontade, que é «esforço constante, sem objetivo e sem descanso», é abolida, e, com ela, todo o mundo: é o nada - «Sem vontade não há representação nem mundo.» (Adaptado da «Apresentação» de M. F. da Sá Correia)

Contexto da obra

Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “O Mundo como Vontade e Representação”, de Schopenhauer Arthur, publicado pela editora Edições 70, em 2021 e com 518 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.

Editora: Edições 70

Páginas: 518

Ano: 2021

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 972442393X

ISBN13: 9789724423937

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,650
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 2,50

Sobre o autor

A leitura dos livros de Schopenhauer Arthur provoca um mergulho intenso em reflexões sobre a liberdade, a vontade e a condição humana, onde o ritmo varia entre a argumentação rigorosa e o aforismo mordaz. A prosa se apresenta ora densa e filosófica, ora direta e cortante, com um tom que mistura ceticismo e ironia, convidando o leitor a questionar noções consolidadas como o livre-arbítrio e a razão. A tensão se constrói entre o pessimismo que permeia suas ideias e a clareza expositiva que não se perde em abstrações vazias, mantendo o foco na experiência individual e na crítica das motivações humanas. O leitor é levado a confrontar a própria liberdade interior e a natureza das representações que constrói do mundo, em uma escrita que pode ser tanto contemplativa quanto provocativa. Em meio a ensaios e tratados, o autor mantém uma postura crítica e, por vezes, sarcástica, que desafia o leitor a pensar para além do óbvio.

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Sobre a editora

Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.

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