
Título: O OUTONO DOS IPÊS-ROSAS
Autor: Luis S. Krausz
Sinopse: Martin Stieglitz é um herdeiro — tem uma vida confortável, sem exuberâncias, e mora em um bairro nobre de São Paulo. Mas é herdeiro, antes de tudo, de certos hábitos e valores da sua família, que emigrou para o Brasil na geração dos seus avós. Suas heranças são partilhadas por outros descendentes de imigrantes de mesma origem, que compõem o círculo de suas referências existenciais, pessoas que se imaginavam integradas à burguesia europeia, mas que se viram obrigadas a se estabelecer no Brasil. A chegada a São Paulo de uma figura importante para essa constelação de descendentes põe em marcha uma narrativa em dois tempos: um passado cuja fulguração parece tanto mais forte quanto maior a sua distância, e um presente indecifrável e ameaçador. Em O outono dos ipês-rosas, Luis S. Krausz tece uma narrativa sobre memória, identidade e a complexidade de se encontrar em um mundo que oscila entre a riqueza do legado e a inconstância do agora.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O OUTONO DOS IPÊS-ROSAS”, de Luis S. Krausz, publicado pela editora CEPE, em 2024 e com 428 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: CEPE
Páginas: 428
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6554392106
ISBN13: 9786554392105
Sobre a editora
Os livros da editora Cepe costumam oferecer uma imersão profunda na história e cultura de Pernambuco e do Nordeste, com abordagens que combinam rigor acadêmico e diálogo acessível com o leitor. A leitura frequentemente envolve narrativas que exploram acontecimentos históricos, movimentos culturais e personalidades regionais, trazendo à tona aspectos pouco conhecidos ou silenciados pela produção editorial tradicional. Além disso, há uma presença marcante de obras que transitam entre a literatura experimental e a poesia, com linguagens que desafiam formatos convencionais e exploram a memória e a subjetividade. O catálogo revela, assim, um equilíbrio entre textos mais informativos e ensaísticos e outros que privilegiam a construção literária e a reflexão estética.
