
Título: O papel de parede amarelo e outros contos
Autor: Charlotte Perkins Gilman
Sinopse: O papel de parede amarelo transita entre o terror gótico e uma alegoria da opressão feminina. A obra dá título a esta coletânea, que reúne contos ligados ao mistério e ao sobrenatural escritos por Charlotte Perkins Gilman, uma das maiores autoras representantes do feminismo mundial. Com tom autobiográfico – a autora também lidou com a depressão e um casamento frustrante –, O papel de parede amarelo apresenta uma esposa confinada em um quarto pelo marido, o que a faz desenvolver uma obsessão pelo papel de parede, no qual enxerga mulheres aprisionadas. Enquanto o horror psicológico conduz este conto, em A glicínia gigante, A cadeira de balanço e A porta não vigiada, Gilman flerta com histórias de fantasmas e de investigações que envolvem o sobrenatural. Quando fui uma bruxa nos apresenta uma mulher movida pela vingança, capaz de realizar seus desejos. Em Se eu fosse um homem, a autora lida com o fantástico em uma história de troca de corpos. Por fim, Água antiga traz uma história de abuso e assassinato.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O papel de parede amarelo e outros contos”, de Charlotte Perkins Gilman, publicado pela editora Via Leitura, em 2019 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Via Leitura
Páginas: 96
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Via Leitura convidam o leitor a navegar por histórias que mesclam tradição literária e reflexões humanas profundas. O catálogo traz narrativas que transitam entre o drama psicológico, a crítica social e aventuras com um forte sentido de ambientação, seja no Brasil do século XIX ou em cenários internacionais. As obras frequentemente exploram conflitos internos e externos, com personagens complexos que enfrentam dilemas morais, sociais e existenciais. O tom varia do mais sóbrio e denso, como em relatos de angústia e solidão, até o mais leve e inspirador, com histórias que celebram a superação e o otimismo. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre textos mais narrativos e outros com apelo informativo ou histórico, sempre com uma linguagem acessível e envolvente.
