
Título: O paraíso das damas
Autor: Émile Zola
Sinopse: Neste romance de amor e aventuras comerciais, Zola descreve como uma fotografia a efervescente Paris de meados do século XIX. Denise é uma pobre órfã que precisa enfrentar uma (para ela e tantas outras recém-chegadas da província) terrível Paris. Dividida entre as maravilhas da grande loja de Octave Mouret e a tradição decadente da lojinha familiar, Denise vive e sofre as vicissitudes da miséria na grande cidade. Finalmente bem empregada no Paraíso das Damas, que está prestes a arruinar o antigo comércio de seu tio Baudu, a vida da moça melhora aos poucos, e estreitam-se suas relações com o rico patrão. A história de amor entre a empregadinha do comércio e o grande empresário funciona como um alinhavo descontraído para investigar temas contemporâneos. Zola tem um interesse particular pelas inovações nas áreas de urbanismo e arquitetura: é a época da grande reurbanização de Paris pelo Barão Haussmann, e do início do emprego de novas técnicas e materiais de construção. Décimo primeiro livro da saga de vinte volumes escrita por Zola de 1871 a 1893 - os Rougons-Macquarts, da qual Germinal também é parte integrante -, O Paraíso das Damas retoma personagens de outros livros, evoca temas recorrentes de Zola, além de reproduzir as mesmas descrições cuidadosas, fundadas em imensos trabalhos de pesquisa, que caracterizam a obra do grande autor naturalista.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O paraíso das damas”, de Émile Zola, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2008 e com 504 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 504
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574481475
ISBN13: 9788574481470
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,560
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
