
Título: O Primeiro Homem de Roma
Autor: Colleen McCullough
Sinopse: A história da Roma Antiga é o tema romanceado que ao longo de, agora sete volumes, nos é apresentado por Colleen McCullough. Fruto de um excepcional trabalho de pesquisa, todo o ambiente histórico, quer se trate da forma de organização política, económica ou social, ou de simples estratégias de poder, é retratado com o rigor e o talento que caracteriza uma grande autora. É dia de Ano Novo de 110 a.C. e assiste-se à tomada de posse dos novos cônsules, ineptos representantes da aristocracia. Mas no meio da multidão encontram-se dois homens cuja coragem e poder de visão irão mudar por completo a República Romana, que se debate com problemas como a expansão territorial e o ressentimento crescente dos não-cidadãos. Um destes homens é Mário, impossibilitado pelas suas origens humildes de tornar-se o Primeiro Homem de Roma, aquele que, pela sua excelência, se eleva acima dos seus semelhantes. O outro é Sila, um belo e depravado membro da aristocracia, a quem a penúria impede de subir a Via da Honra, direito que lhe pertence devido às suas origens. Juntos pela guerra em terras distantes, combatem os seus inimigos romanos e os inimigos de Roma, pois ser o Primeiro Homem de Roma implica a mestria tanto política como militar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Primeiro Homem de Roma”, de Colleen McCullough, publicado pela editora Difel, em 2008 e com 904 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 904
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722908898
ISBN13: 9789722908894
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
