
Título: O que aparece e o que não aparece
Autor: Sérgio Medeiros
Sinopse: Ao propor um retrato verbo-visual do Antropoceno, este livro de poesia de Sérgio Medeiros mostra inumanos (animais, plantas, pedras etc.) avançando pelas antigas e desoladas obras humanas (lavouras, estradas, ruas etc.), mas algo ainda aspira a ser expresso na linguagem das letras e dos glifos, registrada em petróglifos arcaicos e outdoors contemporâneos. Urubus lançam sua sombra e seu olhar sobre os textos humanos, que se misturam agora inextricavelmente a textos inumanos, pois, no fim, só existe um livro, o Livro Único, como ensinou V. Khlébnikov, no qual todos, velhos inumanos e novos humanos, escrevem e leem.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O que aparece e o que não aparece”, de Sérgio Medeiros, publicado pela editora Iluminuras, em 2023 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Iluminuras
Páginas: 72
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6555191929
ISBN13: 9786555191929
Sobre a editora
Os livros da editora Iluminuras convidam o leitor a uma experiência de leitura que mescla rigor intelectual e sensibilidade estética. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram a densidade da linguagem, seja por meio de poesia, ensaios filosóficos ou narrativas literárias que problematizam dilemas éticos e existenciais. A diversidade temática é marcada por textos que transitam entre a reflexão crítica e a expressão artística, com destaque para abordagens que valorizam a complexidade do olhar sobre a arte, a literatura e a condição humana. Em muitos títulos, percebe-se um tom contemplativo, ora introspectivo, ora incisivo, que desafia o leitor a pensar além da superfície dos temas tratados. A editora parece privilegiar obras que dialogam com tradições literárias e filosóficas, mas que também apresentam rupturas e experimentações formais, como o uso do fragmento, do monólogo ou da linguagem poética com forte carga imagética.
