
Título: O Rebelde Esquecido
Autor: Ronaldo Conde Aguiar
Sinopse: Biografia sociológica de Manoel Bomfim - o brilhante autor de títulos fundamentais para o entendimento do país, como O Brasil Nação, A América Latina: males de origem e O Brasil na América: caracterização da formação brasileira, este livro constitui um resgate e uma proposta. Resgate de um intelectual pouco conhecido, cuja obra, tão fecunda quanto generosa, foi festejada por gente como Moacyr Werneck Castro, Franklin de Oliveira e Raymundo Faoro; e proposta de trabalho fundada nos ensinamentos de Florestan Fernandes, para quem é essencial se chegar ao autor como método de compreensão de seu discurso e de sua prática política. O esforço realizado por Ronaldo conde Aguiar resultou neste livro único, ao qual pode-se afirmar, não só valoriza a ciência sociológica praticada hoje no país como inaugura uma abordagem mais literária do que clássica em textos acadêmicos - o que, sem dúvida, justifica o prazer de lê-lo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Rebelde Esquecido”, de Ronaldo Conde Aguiar, publicado pela editora TopBooks, em 2000 e com 565 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: TopBooks
Páginas: 565
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574750158
ISBN13: 9788574750156
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
