
Título: O rochedo de Tânios
Autor: Amin Maalouf
Sinopse: Na pequena aldeia de Kfaryabda vive um povo de cabelos negros e grandes olhos castanhos. Os homens cingem a cabeça com barretes, bebem arak e desfrutam a doce fragrância da pele das mulheres. O ritual de beijar a mão do sheik é transmitido de geração em geração, assim como é antigo o costume de apelidar os rochedos do alto da falésia. Há porém, um rochedo proibido, um majestoso trono de pedra que ninguém se atreve a tocar na ausência de seu legítimo dono: Tânios. Ele foi visto pela última vez sentado ali, meditando e contemplando o mar, e depois desapareceu misteriosamente. Vítima das artimanhas do destino, viveu experiências surpreendentes e transformou-se em lenda para seus conterrâneos: da condição de bastardo passou à de herdeiro, e de culpado passou a herói. é um livro feito de aventura, sensualidade e magia. Amin Maalouf domina com perfeição a arte do conto árabe tradicional e sua prosa leve, aliada a um enredo extremamente bem urdido, conquista o leitor desde a primeira página.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O rochedo de Tânios”, de Amin Maalouf, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1998 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 272
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
