
Título: O velho barão inglês
Autor: Clara Reeve
Sinopse: A história segue as aventuras de Sir Philip Harclay, que retorna à Inglaterra medieval para descobrir que Arthur Lord Lovel, o amigo de sua juventude, está morto. Seu primo Walter Lord Lovel foi o sucessor da propriedade e vendeu o castelo da família ao barão, Fitz-Owen. Entre a família do barão estavam seus dois filhos e filha Emma, vários jovens parentes de cavalheiros sendo educados com os filhos, e Edmund Twyford, o filho de um camponês, que fora trazido para morar com eles. Quando Sir Philip o viu, imediatamente gostou dele, sendo tocado por sua semelhança com o amigo perdido. O cavaleiro propondo-se a recebê-lo em sua própria família, não tendo filhos, Edmund preferiu ficar com o barão, recebendo, entretanto, a garantia de que se algum dia precisasse, Sir Philip renovaria sua oferta. A narrativa então ultrapassa o intervalo de quatro anos. Por sua natureza e qualidades manifestamente superiores, Edmund atraíra a inimizade dos sobrinhos de seu benfeitor e a frieza de Sir Robert, o filho mais velho. William, seu irmão mais novo, é seu amigo fiel, porém, e Edmund está apaixonado por Lady Emma.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O velho barão inglês”, de Clara Reeve, publicado pela editora Novo Século Editora, em 2021 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Novo Século Editora
Páginas: 160
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 0199549745
ISBN13: 9780199549740
Sobre a editora
Os livros da editora Novo Seculo Editora apresentam uma variedade que transita entre narrativas históricas detalhadas e aventuras de ficção científica com forte apelo à cultura pop. O catálogo sugere uma atenção especial a temas espirituais e filosóficos, com obras que exploram desde tratados políticos clássicos até relatos de transformação pessoal e debates sobre fé e ceticismo. A linguagem varia do mais narrativo e emotivo ao didático e reflexivo, com alguns títulos que adotam um ritmo intenso e outros que privilegiam a contemplação e a análise. Essa diversidade cria um ambiente de leitura que pode ser tanto envolvente quanto provocativo, com frequentes incursões em conflitos internos, dilemas morais e jornadas de autoconhecimento.
