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O Vírus do Ipiranga

Título: O Vírus do Ipiranga

Autor: Eduardo Mahon

Sinopse: As personagens do livro de contos O vírus do Ipiranga vivem situações limítrofes, pressionadas pela angústia da quarentena. Forçadas a vivenciar o isolamento social, evidenciam suas neuroses até o limite do verossímil. Surgem nessa zona cinzenta entre o possível e o impossível situações que obrigam o leitor a refletir sobre a própria humanidade, seus medos, desejos, ambições e angústias. Eduardo Mahon encerra a coletânea com um texto longo a costurar realidades sociais simultâneas, tão longe e tão perto de todos nós. Sobre a coleção Contos Estranhos A coleção Contos Estranhos destina-se a publicar narrativas breves do escritor Eduardo Mahon. No quarto livro da coleção, O vírus do Ipiranga, o leitor vivencia uma tensa convivência entre o possível e o impossível em tempos de pandemia. Os contos reunidos dialogam com o realismo de Rubem Fonseca e o fantástico de Ítalo Calvino, revisitando temas universais sob a ótica contemporânea do absurdo, do patético e do trágico. O desafio desta obra é perceber que os limites da existência humana podem ampliar as fronteiras da literatura. Ou será o contrário? Acabamento: Brochura. Peso: 118g. Dimensões: 20.8 x 13.8 x 1.

Contexto da obra

Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “O Vírus do Ipiranga”, de Eduardo Mahon, publicado pela editora Carlini e Caniato, em 2020 e com 72 páginas, integra a categoria Contos e Crônicas - Brasileira. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.

Editora: Carlini e Caniato

Páginas: 72

Ano: 2020

Edição: 1ª EDIÇÃO

Linguagem: Português

ISBN:

ISBN13: 9786588600016

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Eduardo Mahon revela um universo onde a linguagem é trabalhada como matéria viva, ora com ironia sutil, ora com uma textura poética que desafia e encanta. A prosa oscila entre o denso e o leve, entre o rigor da análise formal e a liberdade de um humor negro que permeia a narrativa. A tensão se constrói tanto na exploração do íntimo dos personagens quanto na articulação de histórias que atravessam o tempo e a memória, criando imagens vívidas e inquietantes. A experiência é marcada por uma atenção cuidadosa ao ritmo e à musicalidade das palavras, que se combinam para provocar no leitor uma mistura de reflexão e surpresa. Navegar pelos livros de Eduardo Mahon é entrar num jogo de sentidos que convida à imersão e à imaginação ativa.

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