
Título: O Zahir
Autor: Paulo Coelho
Sinopse: O narrador de "O Zahír" é um escritor de renome e sucesso internacional que desfruta de todos os privilégios que a fama e o dinheiro lhe trazem. A sua mulher, Esther, é uma correspondente de guerra que, apesar do seu sucesso profissional e da sua liberdade no que respeita às restriçoes convencionais do casamento, está a passar por uma crise existencial. Quando ela desaparece com Mikhail, um amigo (ou talvez amante), não parece haver explicação: será que foi raptada, assassinada ou simplesmente deixou um casamento que já não a satisfazia? Um dia, Mikhail, encontra o narrador e promete levá-lo ao encontro de Esther. A sua viagem leva-os do conforto e glamour de Paris, até às profundezas do Cazaquistão, terra natal de Mikhail, marcada tanto pela tragédia como pela riqueza espiritual. É através desta surpreendente jornada que o narrador vai descobrir a verdade acerca de si próprio e compreender a ténue relaçao entre o amor e a liberdade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Zahir”, de Paulo Coelho, publicado pela editora Pergaminho, em 2005 e com 316 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Pergaminho
Páginas: 316
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9727116795
ISBN13: 9789727116799
Sobre a editora
Os livros da editora Pergaminho costumam explorar temas ligados ao desenvolvimento pessoal, espiritualidade e mistério, oferecendo ao leitor uma experiência que mistura reflexão e narrativa envolvente. Muitas obras abordam a busca por sentido na vida, seja por meio de histórias de superação, investigações que combinam suspense e humor, ou ensinamentos sobre cura e autoconhecimento. O tom varia entre o didático e o intimista, com textos que convidam à contemplação e, por vezes, à ação prática. O catálogo revela também uma atenção especial a questões emocionais profundas, como a dor, o amor e os limites pessoais, sempre com linguagem acessível e ritmo que alterna entre o contemplativo e o tenso.
