
Título: Obras do Diabinho da Mão Furada
Autor: António José da Silva (O Judeu)
Sinopse: SINOPSE O soldado Peralta, vindo das guerras da Flandres, dirige-se a Lisboa. No Alentejo, encontra um ser demoníaco, o Diabinho da Mão Furada, que o irá acompanhar na viagem, tentando-o ao pecado. Conseguirá Peralta resistir? Pelo caminho, o demónio faz das suas: cria divisões, espalha a confusão, faz travessuras, divertindo-se sempre. Peralta depara-se com personagens excêntricas e situações insólitas. Viaja até ao Inferno, vê os tormentos por que passam as almas pecadoras. Visita o palácio onde se encontram os sete pecados capitais. Foge da casa da Cobiça. O real e o sobrenatural misturam-se em pleno Alentejo, numa verdadeira novela diabólica. O livro Obras do Diabinho da Mão Furada é uma pequena jóia da literatura portuguesa. Foi escrito no século XVIII, quando em Portugal ainda as garras da Inquisição se faziam sentir. A Inquisição vitimou, aliás, o autor, António José da Silva, conhecido como O Judeu, queimando-o, em auto de fé, em Lisboa, em 1739. ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória - O Fradinho da Mão Furada - Lista de personagens
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Obras do Diabinho da Mão Furada”, de António José da Silva (O Judeu), publicado pela editora Guerra & Paz, em 2018 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Guerra & Paz
Páginas: 136
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9897024026
ISBN13: 9789897024023
Sobre a editora
Os livros da editora Guerra & Paz costumam apresentar narrativas que exploram profundidades psicológicas e dilemas morais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais densos. A experiência de leitura tende a alternar entre o tom reflexivo e o dramático, com personagens complexos que enfrentam conflitos internos e externos, como suspeitas, paixões ou debates ideológicos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras literárias mais narrativas e outras que trazem um viés mais documental ou ensaístico, incluindo correspondências, biografias e análises políticas. A linguagem varia do clássico ao contemporâneo, e há espaço para edições que dialogam com o passado cultural e literário, além de abordagens visuais que enriquecem o texto.
