
Título: Odeio as manhãs
Autor: Jean-Marc Rouillan
Sinopse: Jean-Marc Rouillan está preso desde 1987, desde o desmantelamento da Action Directe, cumprindo uma pena de prisão perpétua. Esta crónica foi escrita em 2001 na central de Lannemezan e conta o quotidiano da sua vida prisional sob um regime ultra-severo. Denuncia também a ligação muito discutível entre a medicina e a prisão. "Nesta descida às profundezas do ser humano, Jean-Marc Rouillan reconhece que escreve para que estas manhãs sem vida sejam aprisionadas e engolidas na dor das palavras e da sua frágil arquitectura. (...) Directo e cruel, o livro é um testemunho, na primeira pessoa, deste autor, fundador do movimento Action Directe condenado a prisão perpétua. Nele, relata as agruras e violências a que está sujeito num estabelecimento prisional" Sérgio Almeida, Jornal de Notícias, 19.Nov.03
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Odeio as manhãs”, de Jean-Marc Rouillan, publicado pela editora DERIVA, em 2003 e com 175 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: DERIVA
Páginas: 175
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Deriva convidam a uma leitura que transita entre o pensamento crítico e a sensibilidade política, frequentemente explorando temas como autonomia, rebelião e transformações sociais. O catálogo revela obras que misturam ensaio filosófico, relatos militantes e narrativas que desafiam estruturas de poder, com um tom que varia entre o didático e o poético. As histórias e reflexões costumam dialogar com contextos históricos e geográficos específicos, como movimentos sociais e lutas por territórios, criando um clima de tensão entre teoria e prática. A linguagem, por vezes densa, convida o leitor a um envolvimento ativo, seja na compreensão de conceitos complexos ou na imersão em relatos simbólicos e metafóricos. Em Deriva, o ritmo das obras pode oscilar entre o mais reflexivo e o mais urgente, atendendo a leitores interessados em debates sobre política, cultura e resistência.
