
Título: Oficina. Do Teatro ao Te-Ato
Autor: Armando Sergio da Silva
Sinopse: Oficina: Do Teatro ao Te-ato torna-se, desde logo, um livro obrigatório para quem quiser entender uma das mais importantes, polêmicas e inquietantes realizações de teatro no Brasil. Com efeito, o conjunto da Rua Jaceguai foi, na década de 60, o veículo pelo qual o palco nacional incorporou algumas das pesquisas mais renovadoras do teatro contemporâneo, chegando, em 1967, com a montagem de O Rei da Vela de Oswald de Andrade, a uma expressão cênica, se não a uma linguagem, inteiramente original do ponto de vista artístico e profundamente significativa do ponto de vista da realidade brasileira. Através de um estilo fluente e acessível tanto ao leigo quanto ao estudioso, Armando Sérgio da Silva levanta historicamente e analisa criticamente a trajetória cênica deste marcante grupo paulista. Trata-se sem dúvida, de um trabalho que vem preencher em nossa bibliografia especializada uma lacuna bastante séria, estabelecendo um primeiro marco na literatura que se faz necessária para a compreensão desta experiência teatral tão viva e fecunda como foi a do Oficina.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Oficina. Do Teatro ao Te-Ato”, de Armando Sergio da Silva, publicado pela editora Perspectiva, em 2008 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 256
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527305585
ISBN13: 9788527305587
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,246
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
